quarta-feira, 25 de fevereiro de 2015

“Quero paz e Democracia. Mas se eles não querem, nós sabemos brigar também.”

Pensando um pouco sobre todo este estardalhaço que a mídia golpista vem fazendo em torno da Petrobras, seja pela corrupção lá existente que vem de priscas eras, seja por boatos de queda na produção ou no seu valor de mercado e tudo o que boa parte de nossa sociedade, principalmente, nossa eterna classe "merdia" alienada, vem afirmando em redes sociais, dois ditos populares me vieram a cabeça.
Primeiro aquele que diz que algumas pessoas para matarem o carrapato sacrificam o boi.
O outro que versa sobre dar banho na criança e jogá-la fora com a água suja.
Parece ser isto que bradam os desavisados leitores dos jornalões e telespectadores do pli plim.
Então quer dizer que para acabar com a corrupção na Petrobras se achincalha nossa maior empresa, nosso maior patrimônio?
Ora, seria interessante que estes desavisados busquem pelo menos ver o que está por trás das manchetes. Sim das manchetes, pois a maioria deles se limitam a ver e ler apenas isto.
Há um interesse do capital internacional associados com os eternos entreguistas, que em épocas diversas mudam de nome e de partido, mas buscam apenas o mesmo objetivo: entregar nossas riquezas.
Ainda bem que temos uma classe trabalhadora e intelectual consciente do papel da Petrobras exerce no presente e exercerá muito mais ainda no futuro.
Classe que começa a reagir a estes ataques que também tem como objetivo desestabilizar um governo eleito democraticamente, buscando as vias necessárias para o golpe.
Hoje um grande ato em defesa da Petrobras, mas que marca também a defesa das regras do regime democrático foi realizado no Rio de Janeiro, com a presença das Centrais Sindicais, Movimento Sem Terra, UNE e diversos outros movimentos sociais.
Nele o ex-presidente Lula fez um belo discurso do qual merece destaque sua fala final.
Lula avisou: “vou pra rua em 13 de março. Ninguém me fará baixar a cabeça nesse país”.
E finalizou: “Quero paz e Democracia. Mas se eles não querem, nós sabemos brigar também.”

Em defesa do estado democrático, das nossas riquezas e da classe trabalhadora cerraremos fila com o ex-presidente Lula.

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2015

Reforma Política Democrática e Eleições Limpas

Reproduzo a seguir vídeo da UNE  em defesa da reforma política que garanta o afastamento do poder econômico das eleições.
 
 

Carnaval - 2015 - Saúde

Em 2105 por questões já bastante divulgadas na mídia radiofônica local e nas mídias virtuais, a gestão do prefeito Sidney Gomes, resolveu alterar o modo de realizar o carnaval. A intenção foi reduzir as despesas públicas com este evento e reduzir o público para evitar um consumo maior de água no período. Para tanto o município não realizou a contratação de bandas.
Em consequência destas ações tivemos um carnaval mais tranquilo. Menos paredão de som, consequentemente menos perturbação do sossego dos moradores daqui, ainda que alguns tenha insistido em utilizá-los.
O uso da goma e outros afins infelizmente ainda faz parte da cultura do nosso povo e não tem como ser resolvida por decreto, mas através de um processo permanente de educação.
Na área da saúde tivemos também um carnaval com menos ocorrências do que nos últimos dois anos.
Em resumo, das 07 horas da manhã do sábado às 7 horas da manhã de quarta-feira o hospital teve 584 atendimentos, 33 pequenas cirurgias e 20 transferências para hospitais em Fortaleza. Nossa taxa de transferência ficou em 3.5% dos atendimentos, o que demonstra um poder de resolutividade do hospital muito grande, pois significa dizer que 96,5% dos casos tiveram sua solução na Santa Casa mesmo.
Aproveitamos para parabenizar a todos os envolvidos nos plantões do hospital.
A secretaria de saúde também realizou no sábado (15) em parceria com a Secretaria de desenvolvimento social a blitz com distribuição de camisinha e material educacional, principalmente sobre o uso racional da água.
Por fim, parabenizara equipe da vigilância sanitária que desde o dia 09/02 e durante todo o carnaval trabalhou na inspeção de bares, restaurantes, comércio, padarias, barracas, hotéis e pousadas.
 

terça-feira, 10 de fevereiro de 2015

Um bom conselho...

Reproduzo a seguir frase do dep. Jean Willys (PSOL) que serve como um bom conselho para alguns tolos que de repente não mais que de repente acordaram para a vida e acham que sabem de tudo o que é preciso saber para mudar o mundo.

"Querem mudar a política de verdade? Comecem pelo estudo de nossa história; passem pelo acesso a diferente fontes de informação e pelo exercício da interpretação dos fatos; e terminem por acompanhar, de perto, os mandatos dos que mereceram seus votos!".

terça-feira, 3 de fevereiro de 2015

Saúde: direito ou negócio?

Volto a postar relato autorizado que faz uma breve e pequena comparação entre o atendimento em saúde na iniciativa privada e no sistema público. O relato comprova mais uma vez que ter uma plano de saúde não significa ser melhor atendido do que depender exclusivamente pelo SUS.
Lembrar que procedimentos mais caros são geralmente negados pelos planos, o que faz com seus clientes recorram ao SUS para realiza-los.
Recentemente matéria sobre parto normal apontava que a realização do parto cesáreo nas clínicas  hospitais particulares não se dá pelo risco que sofrem mãe e feto, mas pela necessidade do profissional de lucrar mais em menor tempo. E que a busca por partos naturais se davam nas maternidades públicas,
Ou seja, a saúde no SUS é um direito, nos planos é um negócio.
 
Depoimento de Inácio Carvalho:
 
"Diariamente a chamada "grande imprensa" alardeia a situação do sistema público de saúde brasileiro, que apesar das dificuldades, atende a todos sem distinção. Basta dizer que a imensa maioria dos transplantes no Brasil são feitos no sistema público. Ano passado um endinheirado empresário cearense sofreu um grave acidente aéreo e foi socorrido no IJF, hospital referência de emergência de Fortaleza. Nenhum hospital privado de Fortaleza tem condições de atender ocorrências desse tipo. A explicação é simples: transplante e trauma são procedimento de custo elevadíssimo e quando prevalece o desejo do lucro o negócio é evitar gastos elevados.
Pois bem, madrugada passada precisei ir a uma emergência hospitalar por conta de uma crise gástrica. Esperei meia hora pra ser atendido através do plano de saúde, a consulta não durou 5 minutos sequer, foi medicado com aplicação de uma injeção na veia e ao final a atenciosa profissional que me atendeu pediu que eu pressionasse o pequeno furo da agulha com um algodão porque estava faltando curativo. Atendendo a recomendação plantonista busquei uma consulta com um médico especialista e, por muita sorte ( não os bons goleiros precisam dela), alguém desistiu da consulta e pintou um horário pra mim no mesmo dia. Ocorre que já estou há mais de uma hora aguardando pra ser atendido e, pelo jeito aguardarei pelo menos mais meia hora.
Mas só se vê ataques ao sistema público, afinal o sistema privado considera os anúncios pagos nos meios de comunicação como investimentos e, pelo visto, o retorno é garantido".