quinta-feira, 27 de outubro de 2016

Aos servidores públicos.

Quando as pessoas falam em servidor público muitas pessoas só imaginam aqueles que ficam sentados atrás de um birô em repartições públicas para atender ao cidadão.
Não lembram dos professores, servidores públicos, em todos os níveis da educação.
Não lembram dos profissionais da saúde que tanto se dedicam a construir nosso SUS.
Não lembram dos policiais (civis e militares) e bombeiros que tanto buscam nos dar segurança.
Não lembram, enfim, de tantas outras categorias profissionais que exercem seu labor, sua arte e ciência nas instituições públicas, buscando sempre o melhor atendimento para o nosso povo.
É para todos estes, inclusive os que ficam atrás dos birôs, que trago meu reconhecimento, agradecimento e parabéns.
Sou servidor público há 15 anos - em diversos níveis (municipal, estadual e federal) - e conheço a dedicação destes trabalhadores para a construção deste imenso Brasil.
Parabéns servidores públicos!!!
Saibam que nestes dias sombrios e confusos, nossa sociedade necessitará não só do nosso trabalho, mas da nossa luta.
Avante!!!

Viva o SUS!!!

Nosso SUS tão criticado e tão ameaçado, agora mais do que nunca, é capaz de fazer isso: devolver a visão a quase mil pessoas no Ceará.
E tem muito mais. Recentemente, o estado bateu recorde em transplante de fígado. Realizou inúmeros de coração, rins e pulmão.
Tenho orgulho danado deste nosso SUS. Mais orgulho ainda de ter colocado minha pedrinha de contribuição na gestão dele, mas orgulho maior de ser um trabalhador dele. Por isso o defendo cotidianamente.
Pena que a PEC 241 queira dificultar mais ainda a sua construção.
Mas vamos à luta!!!
Viva o SUS!!!

Saiba mais: http://bit.ly/2eHqh2N

Harmonia pra lascar com o povo.

Os nossos poderes - executivo, legislativo e judiciário - brigam por questões tacanhas e narcisistas. Mas quando se trata de defender os direitos dos patrões e ferrar com os trabalhadores todos estão alinhados e harmônicos.
Vamos precisar de muita luta ou essa fatura será paga integralmente pelo povo mais pobre e trabalhador.

Eis o governo que quiseram.

A ofensiva contra os trabalhadores é grande
Tiraram do governo, e continuam tirando dos governos, os poucos que defendiam e defendem os trabalhadores
De agora em diante estão lá os defensores dos patrões e do rentismo
Há alguns meses quando eu via servidor público e outros trabalhadores defendendo a saída da Dilma me dava uma angústia. Porque eu sabia que estas seriam as medidas de um governo como esse
Há quem se iluda que foi o povo que tirou a Dilma
O povo só legitimou o golpe da nossa elite que não queriam mais ver trabalhador com valorização salarial
Então, não se iludam. Este governo fruto de um golpe vai durar até o final do mandato. Aplicando apenas medidas contrárias aos interesses da maioria (pobres e trabalhadores) e defendendo os interesses da elite brasileira. E pior, defendendo os interesses internacionais, em detrimento do desenvolvimento nacional.

sábado, 22 de outubro de 2016

Cálculos a perder de vista...

300 mil = mil votos
300 = 1 voto
6,25 por mês

300 mil = seiscentos votos
500 = 1 voto
10,42 por mês

400 mil = quinhentos votos
400 = 1 voto
8,33 por mês

6.000 por mês > 72 mil por ano > 288 mil por mandato
288 - 300 = -12 mil
288 - 400 = -112 mil

As contas "visíveis" não fecham.
Mas alguém vai pagar essa conta.
Quem será?
Os "patos"?

sexta-feira, 21 de outubro de 2016

Os "patos" pagarão o "pato".

Os megaempresários brasileiros, através da Fiesp, fizeram uma campanha contra o governo popular e democrático da Dilma afirmando que não iriam "pagar o pato".
Então pegaram os "patos" da nossa classe média e mais alguns da classe pobre e os fizeram mobilizar o país, inclusive com dancinha, até conseguirem seu intento.
Mas não avisaram aos "patos", claro que não avisariam, e só agora eles descobriram, que quem vai pagar o "pato" não são os megaempresários, mas eles, os "patos".

quinta-feira, 20 de outubro de 2016

Reinvenção de conceitos e práticas.

Precisamos reinventar nossos conceitos, mas principalmente nossas práticas sobre democracia, política, gestão, participação, cidadania, direitos e deveres. Sob pena de não o fazendo contribuirmos para piorar nosso contexto social e político, já deplorável.

terça-feira, 18 de outubro de 2016

É urgente a mudança.

Ou o campo progressista da política brasileira se reorganiza em novas bases de diálogo permanente com a sociedade, ou definhará rapidamente.

Aforismo

Na derrota é preciso refletir sobre os próprios erros, não sobre os acertos dos outros. Caso contrário não aprendemos e não evoluímos.

sexta-feira, 14 de outubro de 2016

Promiscuidade eleitoral.

A relação entre eleitor e candidatos nas eleições está se tornando cada vez mais promíscua.
Um quer enganar o outro.
O dinheiro, apesar das medidas tomadas na mini reforma eleitoral, segue sendo o objeto da troca entre eleitor e candidato.
O resultado é o aprofundamento do fosso que separa os interesses de ambos.
As pessoas (eleitores) querem, após eleição, mais direitos e melhor condição de vida. Os candidatos (eleitos) querem recuperar o dinheiro gasto na compra de votos e atender aos seus interesses pessoais.
A relação, promíscua e mercadológica, só se dá apenas no período eleitoral. Depois disso é cada um pro seu lado.
Lembremos que um processo de corrupção só se dá se houver os dois atores - corruptor e corrompido. Um não existe sem o outro.
Ou seja, só há o político corrupto porque há os corrompidos que os elege.

quinta-feira, 13 de outubro de 2016

Vamos estudar para opinar.

Falta informação às pessoas para emitirem suas opiniões sobre as grandes discussões das políticas sociais e econômicas do país.
Falta informação, não porque ela não exista. A informação na verdade está em todo lugar. O que falta é a busca por ela. 
Falta a vontade de ler.
De ler artigos de especialistas sobre o tema.
De ler a própria matéria em discussão.
De ler os fundamentos da matéria e da discussão.
Ou seja, falta leitura.
Não porque as pessoas não sabem ler. Mas porque tem preguiça de ler.
E se não lemos, não aprendemos. Se não aprendemos faremos a discussão na base do "achismo", o que não contribuirá nada com nossa sociedade.
Então nos habituemos a ler. A estudar. Para só depois opinar.

quarta-feira, 12 de outubro de 2016

Prognóstico

Não é questão de advinhar. Não.
Não é questão de ser visionário. Não é.
É simplesmente perceber como certas coisas se engrenam e certas pessoas se ajuntam, para saber que futuramente isso não vai dar certo.
É como ter o médico que colhe a história do paciente (passado), junta as informações, dá seu diagnóstico (presente) e reconhece seu prognóstico (futuro).
Prognóstico funesto.
"A história de repete, a primeira vez como tragédia e a segunda como farsa". Karl Marx

terça-feira, 11 de outubro de 2016

Diferença entre torcer e esperar.

Posso até torcer para que as coisas andem bem.
Mas olhando com mais cuidado...
É difícil esperar que algo de bom aconteça.
O que está aí???
"Sempre mais do mesmo..."
Um passo atrás...

segunda-feira, 10 de outubro de 2016

Politica por inteiro

Seria muito bom que as pessoas compreendessem que a eleição é apenas um momento - curto - da vida política.
Compreendendo isso pudessem elas despertar para a necessidade de participar da vida em sociedade (política) todos os dias.
Assim, despertos, participariam de todos os espaços democráticos com a mesma vontade e o mesmo vigor com que participam das campanhas eleitorais.
Quiçá, aprendessem até a diminuir as paixões e valorizar mais a razão na hora de escolher seus representantes.
Neste caminho certamente teríamos uma sociedade mais viva, participativa e cidadã.

domingo, 9 de outubro de 2016

Mini reforma política

É bom que os estudiosos do assunto nos digam se a mini reforma eleitoral já valendo para as eleições de 2016 trouxe algum efeito positivo para sociedade.
Reduziu a influência do dinheiro?
Impediu o caixa 2?
Promoveu o debate político ou o castrou?
Nivelou os candidatos ao mesmo patamar? Ou aumentou a distância entre ricos e pobres?
Empoderou mais os cidadãos?
Enfim, mudou alguma coisa?
Não tenho como apontar respostas.
Estou como Sócrates, apenas a peguntar.

sábado, 8 de outubro de 2016

Sabedoria

Na política, como na vida, é preciso saber a hora de falar e a hora de calar. Isso se chama sabedoria.
Estou exercitando a minha. Por enquanto estou na fase do calar. Por enquanto...