sábado, 26 de novembro de 2016

Disputa boa na Assembléia do Ceará.

Surge bloco de oposição a Zezinho Albuquerque para eleição da presidência da Assembléia Legislativa do Ceará.
Veja nota divulgada pelo bloco:

O Bloco PSD-PMB-PEN-PCdoB-PRP, por decisão democrática e unânime de seus 11 (onze) integrantes, deputados estaduais: Osmar Baquit (PSD), Roberto Mesquita (PSD), Gony Arruda (PSD), Odilon Aguiar (PMB), Bethrose (PMB), Laís Nunes (PMB), Naumi Amorim (PMB), Carlos Felipe (PCdoB), Augusta Brito (PCdoB), Joaquim Noronha (PRP) e Bruno Gonçalves (PEN), afirma apoio ao deputado Sérgio Aguiar como candidato à Presidência da Assembleia Legislativa, em virtude da colocação de duas chapas que disputarão  à Mesa Diretora do Poder Legislativo Estadual.

Dep. Osmar Baquit
Líder do Bloco

quarta-feira, 16 de novembro de 2016

A PEC 55 e o SUS

A comissão de Seguridade Social e Saúde da Assembléia Legislativa Ceará,  realizará audiência pública com o tema: "OS IMPACTOS DA PEC 55, ANTERIORMENTE PEC 241, QUE ESTABELECE LIMITE PARA OS GASTOS PÚBLICOS PELOS PRÓXIMOS 20 ANOS NO SISTEMA ÚNICO DE SAÚDE (SUS)”

Agende:
Sexta-feira, 18 de novembro de 2016
Às 14 horas
No auditório Waldir Arcoverde da Secretaria de Estágio da Saúde

Precisamos tanto da justiça?

É no mínimo estranho ou deve ser motivo de reflexão para todos nós a judicialização da nossa vida em sociedade.
A justiça, que não é perfeita, pois é feita por homens imperfeitos, tem sido buscada por todos para resolver problemas cotidianos que poderiam ou deveriam ser resolvidos em outro âmbito.
Me preocupa a judicialização da saúde, bem como a judicialização da política.
Não acredito que esse processo de judicialização se dê apenas por um processo de intromissão sistema na vida das pessoas. Mas também pela busca das pessoas em resolver seus problemas junto às instâncias da justiça.
E a justiça, em sua imperfeição, chega a promover graves injustiças.
Então? Precisamos tanto assim das instituições judiciárias?

Construir. Não destruir.

Fazer política com sentimentos de rancor, ressentimento, raiva, nos encaminha para destruição.
Fazer política com sentimentos de amor, solidariedade e fraternidade nos encaminha para a construção.
Construir uma sociedade melhor com pessoas melhores deve ser o objetivo a ser perseguido pelos homens e mulheres públicos que fazem a política.

terça-feira, 8 de novembro de 2016

Novas secretárias definidas.

Gestão que iniciará em 2017 em Paracuru já tem os nomes de duas secretárias definidos.
São elas: Diana Meireles para a secretaria de educação e Camylle Alcoforado para secretaria de saúde.
Ambas participam com a equipe de transição de reuniões esta semana em suas respectivas pastas.

segunda-feira, 7 de novembro de 2016

E você ganha quanto?

Dados do Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (DIEESE) indicam que o valor do salário mínimo ideal para uma família brasileira deveria ser de R$ 4.016,27.
Sabemos que o salário mínimo atual é de R$ 880,00. O que comprova que o mínimo não oferece a mínima condição para sobreviver.
E aqueles que acham que estão ganhando bem, me digam, vocês estão ganhando mínimo?

Aumento de gestores municipais chega a 67% em Paracuru.

A proposta de aumento dos subsídios dos gestores municipais para 2017 que tramita na Câmara Municipal de Paracuru propõe um aumento de 45,83% para os secretários municipais, 63,46% para o prefeito e 67,54% para o vice-prefeito.
Os salários aumentarão da seguinte forma:
- Prefeito - de R$ 10.400,00 para R$ 17.000,00
- Vice-prefeito - de R$ 6.864,00 para R$ 11.500,00 
- Secretários Municipais - de R$ 4.800,00 para R$ 7.000,00

O Governo Federal propôs um aumento de 7,47% para o salário mínimo. O que deverá apenas repor a inflação de 2016.
A se manter a tradição de reajuste igual para os servidores públicos municipais que recebem apenas um salário mínimo, estes receberão em 2017 o valor de R$ 945,80.
A soma do aumento mensal dos gestores municipais equivale ao pagamento mensal de 42 servidores que recebem um salário mínimo.

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Elevação de gastos com novos gestores pode chegar a 800 mil em Paracuru.

Soma aí, a crise financeira atual, com seus vários determinantes e suas inúmeras consequências, ao congelamento de investimentos nas áreas sociais pelos próximos 20 anos, e agora, ao aumento dos subsídios dos vereadores, prefeito, vice-prefeito e secretários para o ano de 2017 em Paracuru.
Como ficará a cidade a partir de janeiro próximo?
Ainda no período eleitoral, talvez aproveitando a distração da população, a câmara municipal de Paracuru aprovou a elevação dos subsídios dos vereadores.
Agora, começa a tramitar na casa o aumento dos subsídios dos gestores públicos municipais (prefeito, vice e secretários).
A se confirmar os aumentos concedidos teremos um gasto a mais de cerca de 800 mil reais por ano.

Diplomação dos eleitos.

Juiz da Zona Eleitoral de Paracuru marcou para o dia 12 de dezembro deste ano a diplomação dos eleitos nas últimas eleições.
O evento ocorrerá às 14h na Escola de Ensino Profissionalizante Abigail Sampaio.


quarta-feira, 2 de novembro de 2016

Receita pra acabar com os municípios.

Junta as dificuldades dos tempos atuais (crise política e econômica) com o congelamento dos recursos por 20 anos e eis uma receita para não se conseguir fazer quase nada nos municípios.
As propostas apresentadas pelo atual governo prejudicarão ainda mais a gestão dos municípios.
Quem vai mais sofrer?
A população mais pobre que depende dos serviços prestados diretamente pelos municípios.

terça-feira, 1 de novembro de 2016

Volto a dizer.

O resultado das eleições não poderia ter sido pior para os partidos de esquerda e movimentos progressistas.
Com algumas raras exceções perdemos quase todas as disputas.
O momento é de involução, o que exige de nós autocrítica, reflexão aprofundada, seguida de ação coordenada e planejada.
Teremos dias sombrios, não só para os partidos de esquerda, mas para o povo em geral.
O que aponta no horizonte não é nada de animador para as camadas mais pobres e para a classe trabalhadora.
Os ataques agora não vêm só dos empresários. Vêm de todos os lados. Agora, de nossas próprias instituições. No congresso nacional, nos governos (em todos os níveis) e no judiciário há um consenso nítido de que quem deve pagar pela crise são os trabalhadores. Está explícito nas palavras e nas ações de todos.
Pois isso é importante que a classe trabalhadora, os movimentos progressistas e os partidos de esquerda se reinventem. Ou fazemos isso, de modo radical, ou se multiplicarão os golpes contra todos nós.